Felizes os que sabem delegar a comunicação

comunicação é essência do ser humano, base de todos os relacionamentos, começo, meio e fim de todos os processos interpessoais. Até aí, nenhum segredo. Mas, comunicação não é “só isso”. Ela também é ciência, conceito, estratégia, entre outros, que quando aplicados no universo corporativo preveem e previnem crises, estreitam canais, ampliam redes de contatos, oferecem suporte para o desenvolvimento de novos produtos e serviços, favorecem prospecções, constroem reputação, consolidam imagem, aumentam resultados de negócios.

Todos os itens citados acima parecem fáceis de conquistar, mas não são, pois como em qualquer área do conhecimento, a comunicação profissional requer estudo, pesquisa e experiência de especialistas.

Embora o ato de comunicar pareça sempre óbvio, a comunicação profissional não apenas precisa ter base e fundamento, mas também foco e dedicação para estar sempre se atualizando frente às novas dinâmicas de interação e divulgação propiciadas pelo desenvolvimento de novas tecnologias, ferramentas, meios e formas.

Dessa forma, assim como quando precisamos de um médico, um engenheiro civil, um mecânico ou advogado recorremos a um especialista e confiamos a ele a tarefa de nos auxiliar com seu conhecimento profissional, com a comunicação não podemos ser diferente.

Devemos delegar (de conferir e conceder representatividade, poder de fazer) a missão de comunicar algo com objetivo claro de resultado a um profissional (ou empresa) especializado e reconhecido, sem subestimar a técnica, o tempo, o planejamento, a estratégia e a execução envolvidos neste processo.

Isso não significa simplesmente entregar a comunicação sem participação, ao contrário, já que ninguém entende o negócio melhor que o seu dono, mas que se deve somar o conhecimento do seu core para que o core do outro some ao seu objetivo.

Parece simples, é simples, mas nem todos pensam ou agem desta maneira, consumindo tempo e energia fora de seu foco, sem atingir os resultados esperados com a comunicação. E a culpa não é dela… acredite!

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